Adeus meu povo, que eu já vou me embora;
Já está na hora de eu me regressar; (2x)
Eu sei que morro, a terra me come;
Eu vou me embora, mas fica o meu nome (2x)
Menina, varre o terreiro com vassoura de algodão (2x)
Faz um silêncio na roda e chama o povo atenção;
Damasceno se despede da quadra de São João (2x)
Mestre Damasceno.
O Mestre Damasceno se eterniza na memória e no coração do povo salvaterrense. Sua voz ecoa nas rodas de cultura, nos terreiros, nos festejos, nos sonhos de quem aprendeu com ele a força da tradição.
Mestre Damasceno não se despede apenas: ele deixa um legado de resistência, arte e amor pelo Marajó. Seu nome seguirá vivo, cantado, lembrado e celebrado.
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